de comida árabe.
kibe cru
limão
pasta de grão de bico por cima
e pão-rosa
hummm
tahine - amoooo com pão e coalhada é tudooooo
e aquele doce maravilhoso:
hallawi
ahhhh,....
aqui nao tem restaurante árabe
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Minhas crises....
Consigo detectar logo no inicio..
tudo começa com suor... em profusão. GELADO
depois, sinto minhas pernas amolecerem
ai começa:
tudo vai ficando escuro, começa do canto do olho e vai tomando toda a visão, até o centro..
eu já sei que estou tendo uma crise de pressão baixa...
sento... nas mais agudas, começo a não escutar
e continuo suando
até q apago....
dai é um tempo breve até acordar com as pessoas na minha volta perguntando se eu estou bem.
mais isso nao me acontece ha uns bons meses.... estou praticamente curada.
tudo começa com suor... em profusão. GELADO
depois, sinto minhas pernas amolecerem
ai começa:
tudo vai ficando escuro, começa do canto do olho e vai tomando toda a visão, até o centro..
eu já sei que estou tendo uma crise de pressão baixa...
sento... nas mais agudas, começo a não escutar
e continuo suando
até q apago....
dai é um tempo breve até acordar com as pessoas na minha volta perguntando se eu estou bem.
mais isso nao me acontece ha uns bons meses.... estou praticamente curada.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Coleciono
Cada palavra que toca o meu coração, fica impressa na minha alma.
Pode acontecer lendo um livro, assistindo a uma peça, um filme, qualquer coisa....
Nunca mais sai de mim..
é tão estranho, como se eu visse pedaços meus ali,Não entendo...
Assim foi ontem, quando às 3:20 da manhã, sem sono, assistindo a um filme:
Acontece quando escuto a seguinte frase:
"Ele pensava nela.
Ela pensava nele,
Às vezes ao mesmo tempo
E assim se relacionavam sem saber".
Talvez a história tenha me deixado um pouco triste, por que confesso, também gosto de me relacionar com homens mais velhos. Inclusive, a pessoa pela qual devotamente dedico toda a minha fidelidade, também me disse que eu era muito nova.
nem falarei mais sobre....
mais o filme, vale a pena, e essa frase.... grudou em mim.
Pode acontecer lendo um livro, assistindo a uma peça, um filme, qualquer coisa....
Nunca mais sai de mim..
é tão estranho, como se eu visse pedaços meus ali,Não entendo...
Assim foi ontem, quando às 3:20 da manhã, sem sono, assistindo a um filme:
Acontece quando escuto a seguinte frase:
"Ele pensava nela.
Ela pensava nele,
Às vezes ao mesmo tempo
E assim se relacionavam sem saber".
Talvez a história tenha me deixado um pouco triste, por que confesso, também gosto de me relacionar com homens mais velhos. Inclusive, a pessoa pela qual devotamente dedico toda a minha fidelidade, também me disse que eu era muito nova.
nem falarei mais sobre....
mais o filme, vale a pena, e essa frase.... grudou em mim.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Então, agora.... pensando sobre os escritos de Fernando Pessoa...
"É fácil trocar as palavras,
Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado,
Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto,
Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos,
Difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor,
Difícil é conter sua torrente!
Como é por dentro outra pessoa?
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.
Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo."
Quero saber:
Nos comunicamos com as outras pessoas por uma linguagem diferente?
minha linguagem é tão minha que o outro entende parcamente, como se fosse um dialeto parecido com o dele?
Falo da linguagem interior, algo como a minha percepção, diferente da tua, e de quase qualquer um outro.
Estive por um tempo interessada em semiótica
gostaria de saber mais sobre
enquanto isso o rio das ideias continua a correr, carregando tudo consigo.
#post sem nexo.
Difícil é interpretar os silêncios!
É fácil caminhar lado a lado,
Difícil é saber como se encontrar!
É fácil beijar o rosto,
Difícil é chegar ao coração!
É fácil apertar as mãos,
Difícil é reter o calor!
É fácil sentir o amor,
Difícil é conter sua torrente!
Como é por dentro outra pessoa?
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.
Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição
De qualquer semelhança no fundo."
Quero saber:
Nos comunicamos com as outras pessoas por uma linguagem diferente?
minha linguagem é tão minha que o outro entende parcamente, como se fosse um dialeto parecido com o dele?
Falo da linguagem interior, algo como a minha percepção, diferente da tua, e de quase qualquer um outro.
Estive por um tempo interessada em semiótica
gostaria de saber mais sobre
enquanto isso o rio das ideias continua a correr, carregando tudo consigo.
#post sem nexo.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Sinto esse gosto na boca
Lenda da erva-mate
Conta a história que a árvore de onde se colhe a folha para produzir o chimarrão, surgiu no mundo depois de um pedido feito a Tupã, o grande deus indígena. No meio das coxilhas vivia uma tribo guarani, cujo cacique era admirado por sua valentia, bravura e sabedoria tanto quanto sua filha, Caá-Yari, pela beleza. Envelhecendo, o chefe índio andava triste e tinha medo de ficar só. Não tendo filho homem, precisou escolher para sucessor o mais valoroso entre os guerreiros da tribo, justo o bravo pela qual Caá-Yari estava apaixonada. Pela lei dos guaranis, a mulher do chefe da tribo tinha de acompanhá-lo em quaisquer de suas viagens, fossem caçadas, batalhas, missões de paz ou a busca de novas terras. Assim, se Caá-Yari casasse com o guerreiro escolhido para se tornar o novo cacique, muitas vezes teria que se afastar do pai. Para não o magoar, a bela índia amava seu adorado em segredo. Sua dor e angústia eram tantas, que o cacique decidiu procurar Tupã e pediu-lhe que lhe escolhesse um companheiro para as horas de solidão. Foi então apresentado a uma árvore grande, de folhas verdes, da qual retiraria, secaria e torraria as folhas, fazendo delas uma deliciosa bebida amarga e quente que se tornaria sua companhia quando ninguém estivesse por perto. Tupã também ensinou o cacique a partir o porongo (a cuia) e a fazer um canudo de taquara (a bomba).
*Fonte: http://www.baraoervamate.com.br/lenda.htm
Realmente, é uma compania, nas horas de solidão, nas noites de estudo e principalmente...
quando amanhece....
é muito bom ver amanhecer com a cuia na mão, observando o azul escuro das lugar ao azul claro, sendo cortado pelo raio do sol....
O melhor gosto amargo que eu ja provei.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
so..... many monsters
No more I love you's
The language is leaving me
No more I love you's
The language is leaving me in silence
No more I love you's
Changes are shifting
Outside the words
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
A Dama...
uma pessoa ama
a outra também ama
os dois respondem
um, para amenizar o sofrimento (hipotético) do outro
sofre isolado
mantendo o outro também isolado, sofrendo realmente pela sua condição
ambos sofrem
o que era esperança de cura para o que se afasta, tranforma-se no veneno mais letal
o que transbordava em amor, ao ser abandonado, começa a transbordar desejo de vingança
ambos sofrem
quando existe algum vislumbre da redenção dos enganos,...
só restam reticências...
o desfecho acaba infeliz....
pobre Margarida Gautier....
A moça de vida (não tão) fácil, que gostava de camélias....
a outra também ama
os dois respondem
um, para amenizar o sofrimento (hipotético) do outro
sofre isolado
mantendo o outro também isolado, sofrendo realmente pela sua condição
ambos sofrem
o que era esperança de cura para o que se afasta, tranforma-se no veneno mais letal
o que transbordava em amor, ao ser abandonado, começa a transbordar desejo de vingança
ambos sofrem
quando existe algum vislumbre da redenção dos enganos,...
só restam reticências...
o desfecho acaba infeliz....
pobre Margarida Gautier....
A moça de vida (não tão) fácil, que gostava de camélias....
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